Antes que ela apague, se isso ocorrer, culpa minha, quem manda ter apreço por linguagem chula, rss.
Como ela é uma colunista que volta e meia traz a questão masculino X feminino, sempre chovem comentários aos posts dela, a bola da vez foi esse:
Oportunidades da feminização
Vivemos um período de transição no qual cada um procura seu lugar, o que de certa forma tem facilitado uma certa nostalgia da complementaridade entre os sexos fundada sobre a diferença no cérebro, nas emoções e na competência. Quem escreve é o psiquiatra francês Serge Hefez, numa excelente crônica sobre os riscos de feminilização da sociedade, que vem sendo lamentado em diversas esferas de debate e alimentam a idéia de que os homens devem “recuperar seu poder perdido”. Hostil a esta visão, a que ele classifica de simplista e reacionária, Serge reconhece que está cada vez mais difícil definir o que é ser homem hoje em dia. Historicamente, a masculinidade sempre esteve associada à autoridade, mas hoje já não atende mais aos novos papéis dos homens nas famílias.
Agora que os pais estão cada vez mais próximos dos seus filhos, agora que os cônjuges estão cada vez mais em pé de igualdade, já não é mais possível a uma mulher dizer que um homem não desempenha corretamente seu papel de marido.
Serge defende que contrariamente aos discursos que anunciam a “confusão dos sexos” como o maior mal sob a terra, tanto homens quanto mulheres têm a ganhar com a evolução em direção à igualdade. O homem, diz ele, não é mais o guardião da autoridade nem da ordem simbólica. Eu, como ele, acho que isso é ótimo para todo mundo.
[163 comentários]Publicado por Carla Rodrigues - 12/06/07 10:00 PM
Agora meu comentário:
A ministra do Turismo, Marta Suplicy, deu nesta quarta-feira uma orientação bem-humorada aos turistas que enfrentarem filas nos aeroportos antes de embarcarem em viagens de férias. “Relaxa e goza porque você esquece todos os transtornos depois [ao chegar ao destino]”, disse durante o lançamento do Plano Nacional de Turismo 2007-2010.
Marta ainda comparou o sofrimento das filas nos aeroportos a um parto. “Isso é igual a parto. Depois esquece tudo.”
Atrasos têm sido constantes nos terminais do país desde o ano passado. Recentemente, condições meteorológicas têm prejudicado operações de pouso e decolagem e aumentado a espera nos aeroportos
Comentário de Lovely Rita — 13/06/2007 @ 2:07 pm
Realmente Lovely Rita, mulher só faz merda; antes ficassem só na forno-fogão-cama, a propósito, tem uma baciada de calcinhas sujas minhas, quer lavar? HAHhAHA, estou brincando.
Bom, por onde eu começo? Antes de tudo me impressiona positivamente como o site da Carla Rodrigues é um dos mais comentados do No Mínimo, eu curto bastante, e foi por causa dele que resolvi ler os demais. Também leio o daqueles caras comentando as fotos de mulher pelada, e é engraçado o efeito que uma bunda e um par de peitos são capazes! Realmente são cultura! Vou parar de estudar e vou malhar, quero uma crônica daquela pro meu clitóris, mas claro que ele deve estar emoldurado por um fortissimo par de coxas! :D
Não consegui prestar atenção a cada palavra que foi escrita, 168 comentários são demais pros meus ovários (sabe como é né? sou mulher, nem sei ler direito), mas em suma, Camille Paglia é uma nonsense que gostaria de ter nascido macho (acho que ela não sabia tocar siririca) e Giovani Duarte utiliza a voz dela para demonstrar que TODA mulher pensa assim, mera ilusão querido, homens e mulheres: seres tão multiplos!
Vamos ao francês e a feminilização do mundo (em qual mundo isto está ocorrendo? Só se for no chamado “primeiro” e com ressalvas; aqui no Brasil não existe essas paradas não chefia) :
“Serge defende que contrariamente aos discursos que anunciam a “confusão dos sexos” como o maior mal sob a terra, tanto homens quanto mulheres têm a ganhar com a evolução em direção à igualdade. O homem, diz ele, não é mais o guardião da autoridade nem da ordem simbólica. Eu, como ele, acho que isso é ótimo para todo mundo.”
Ao contrário do que alguém aí afirmou, no mundo tem mais mulher que homem, no entanto, a voz da maioria é masculina. No Brasil e em muitos países o futebol é paixão nacional, alguém poderia me citar aí um país cuja paixão nacional seja algo tradicionalmente “feminino”, tipo tricô? :P Eu, desde nova, sempre achei um porre coisinhas tipicamente femininas, exceto moda, coisa aliás, que nem é tão feminina assim, cite uma grande costureira além de Coco Chanel, tem?
Eu só posso concluir, que apesar de sufocadas pelo mundo masculino, as mulheres sobrevivem nele com heroísmo, coisa que os homens, pelo que vejo, cagam nas calças de medo: um mundo feminino! oh! a proliferação das bichas! Mulheres com sovaco cabeludo! Notícia do dia : Dono de casa não aguentando mais cuidar dos filhos, resolve esquarteja-los”, rsss.
Eu sou favorável a um toque (não de rosa que é uma cor muito aguada), mas do vermelho-sangue feminino no mundo!
Se ainda fazemos merda quando temos um cargo de poder ou autoridade é justamente por falta de prática e não por imposição natural biológica; milhares de séculos sendo apenas donas de casa não ensina ninguém a ser persuasivo. Falta às mulheres um know-how justamente por ser algo historicamente novo, não há um arquivo de conhecimento consolidado direcionado às mulhres, neste sentido : como ser um excelente patroa, chefe, presidente, governadora, etc…sem virar um macho de saias.
E quanto ao cara que leu Camille Paglia, joga o livro dela fora bicho (opa! menos radicalidade, só o livro da bruna surfistinha merece isso; melhor, usa como calço de mesa) ;)
Nenhum comentário:
Postar um comentário